O concurso Peixe Grande deve o período de inscrições estendido até o dia 8 de outubro. Maiores informações: www.peixegrande.com.br
O concurso Peixe Grande deve o período de inscrições estendido até o dia 8 de outubro. Maiores informações: www.peixegrande.com.br
O escritor brasileiro Paulo Coelho está usando o site de relacionamentos MySpace para transformar seu livro *A Bruxa de Portobello *em filme.
Através de sua página, o autor convida cineastas do mundo inteiro a enviarem interpretações de cada uma das quinze narrativas que compõem o livro. Os personagens interagem uns com os outros e possuem suas próprias versões da protagonista, a misteriosa Athena. Assim, cabe a cada diretor candidato realizar as tarefas de escrever o roteiro, escalar o elenco e cuidar de todos os demais processos da produção de seu próprio curta.
Ao final, Coelho vai selecionar os quinze melhores curtas e combiná-los em um filme para TV, com 52 minutos de duração, que vai ser editado por um montador profissional. Os vencedores vão receber um cheque de três mil euros. Músicos que quiserem compor a trilha sonora também são convidados a participar, afirma a *Variety*.
A 2a Mostra do Filme Ambiental e Etnográfico de Rio das Ostras (MFAERO) abre hoje, dia 05 de junho, seu calendário para as atividades deste ano. O evento acontecerá entre os dias 17 e 21 de novembro, no Pólo Universitário de Rio das Ostras (PURO), dentro da agenda do 2º Fórum de Cultura do Interior,
organizado por docentes e educandos do curso de Produção Cultural do PURO.
Este ano, durante os cinco dias da mostra, diversas atividades paralelas às exibições dos filmes serão oferecidas gratuitamente para o público, que
poderá escolher de que maneira desejará participar do evento. Haverá debates, oficinas de fotografia, de cinema documentário e mesas redondas com pesquisadores e estudantes da Região, que apresentarão trabalhos acadêmicos com dados atuais sobre a história e o desenvolvimento da Região da Baixada Litorânea.
Por Caio Mello, estudante de Cinema da UFF (caio.ssm@gmail.com)
O Sistema FIRJAN – Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro – promoveu recentemente o evento Rio Criativo, com o intuito de estimular, no âmbito universitário, novos talentos da área de arquitetura, design e cinema. Aos estudantes de cinema coube o desafio Curta Criativo, o qual seria dividido em quatro categorias – ficção, documentário, animação e filme de celular –, nas quais os vencedores classificados em primeiro e segundo lugar, de cada categoria, teriam direito aos prêmios de R$10.000 e R$8.000 respectivamente, além de outros prêmios. O evento e os desafios propostos aos estudantes universitários, com base nos valores despendidos para as suas realizações – R$72.000 apenas com os prêmios em dinheiro – e no discurso da FIRJAN, pautado na fomentação do desenvolvimento da indústria criativa e cultural brasileira, foram encarados por nós como uma proposta séria de trabalho. Entretanto, mesmo com a dedicação e seriedade de muitos estudantes da área, o sistema FIRJAN parece não ter tratado com esta mesma seriedade parte dos candidatos inscritos – os de ficção, como é o nosso caso. Para começar, ao enviar o projeto, recebemos uma notificação via e-mail com a seguinte declaração da FIRJAN: “Parabéns! Seu filme inscrito no Curta Criativo foi um dos selecionados pela comissão julgadora e está concorrendo ao prêmio máximo de R$10 mil [...] Venha descobrir se você é um dos ganhadores! [...]“. Até então, parecia tudo bem. Todavia, inversamente a esta notificação, ocorreu o seguinte problema: a comissão julgadora do concurso não selecionou nenhum filme da categoria ficção para concorrer aos prêmios de primeiro e segundo lugar, e, não satisfeita, selecionou um filme da categoria filme de celular para ganhar o primeiro lugar da categoria ficção. Para isso, com certeza, ela se valeu da cláusula 7.3 do edital do concurso: “A decisão da Comissão Julgadora é soberana e dela não cabe recurso“.
Mas até que ponto pode chegar essa soberania? Será que não há senso? Entendemos que a soberania de uma Comissão Julgadora estaria relacionada apenas ao julgamento do resultado, não cabendo a esta Comissão a alteração de categorias – se não, para quê concorrer com um projeto às premiações de determinada categoria? Bastaria então mandar o projeto, que a própria Comissão o classificaria na categoria que achasse adequada.
O blog (re)Activa-te está promovendo um concurso para eleger um logotipo próprio. O autor do melhor logotipo ganhará um CD do Clã (Cintura).
Eu fui convidado a ser um dos júris que irão decidir pelo melhor logotipo do concurso.
Veja o regulamento: http://www.bouging.net/passatempo/
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