Balázs reconhecia que o cinema detinha numerosas funções, porém a arte do próprio, só se alimentava, do potencial revolucionário do rejuvenescimento cultural que encarecia de certas atenções.
A consciência do teórico quanto à origem do uso estético do cinema só se tornara possível por conta da elaboração rápida de sua teoria na forma linguística do meio e das previsões, ou melhor, sugestões feitas para com o futuro. O processo cinemático, por exemplo, era utilizado somente por teóricos formativos que se envolviam na criação da arte cinematográfica. Ou seja, fora das coisas consideradas deste mundo. A matéria-prima – especificamente – não era exatamente a realidade, e sim, o ”assunto fílmico” que na maioria das vezes se apresentava como uma forma de experimentação, onde oferecia ao cinema uma grande transformação.






Smurfet











