Tecnologia e Cinema

Unindo Ciência e Arte

Paraísos Artificiais

Postado por Daniel Nolasco Em 7 de Maio de 2012

 

Foi assim. Quase cheguei atrasado à sessão do filme no Odeon. Sentei confortavelmente em uma das poltronas nada confortáveis desse cinema e esperei empolgado os trailers acabarem. Do meu lado, duas senhoras já passadas dos sessenta anos de idade. Eu, com meu preconceito juvenil, apelido essas senhoras de as “velhinhas de Copacabana”. Aquelas que escolhem o que filme vão assistir guiadas pela opinião do, sempre polêmico, bonequinho do Globo. Parte desse meu preconceito diz que se uma velhinha de Copacabana gostou do filme, é porque ele não é bom.

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Festa do Filme “Sequência 6″

Postado por Rafael Cruz Em 20 de Junho de 2009

 

Em produções independentes e/ou universitárias, é comum a organização de grandes festas para arrecação de verbas para a produção de filmes.

Partindo desta premissa, o filme "Sequência 6" organiza a sua, nesta quinta-feira. Veja o cartaz:

Sequência 6

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Bilhete Premiado

Postado por Rafael Cruz Em 20 de Janeiro de 2009

Pelas contas da Agência Nacional do Cinema (Ancine) e do Sindicato dos Distribuidores Cinematográficos menos de 10% dos espectadores no ano passado escolheram ver um título brasileiro. No entanto, em cem cidades do interior paulista, a Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo, por meio do programa "Vá ao Cinema", levou 1,9 milhão de espectadores ao cinema, através da distribuição de bilhetes gratuitos.

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 Era uma vez

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Comentários sobre o roteiro de “A Lira do Delírio”

Postado por Rafael Cruz Em 9 de Abril de 2008

A Lira do DelírioA proposta inicial do diretor Walter Lima Jr era de fazer um documentário sobre o carnaval. Após assistir ao material filmado e observar que 60% dele era retratada a violência incorporada aos blocos de rua, ele desiste da idéia e pensa em fazer algo diferente. Talvez essa seja uma explicação razoável para ressaltar a quase ausência de roteiro neste longa, que é marcado pelos improvisos dos atores e da própria câmera, da autenticidade dos personagens (reforçados por terem os mesmos nomes dos seus respectivos atores) e da inventividade (como prefere chamar Walter) narrativa com as marcadas passagens de tempo dedicadas a cada situação da trama.

 

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Rafael Cruz vive em Maricá-RJ, é cineasta, investidor, profissional de marketing, escritor, torce pro Fluminense, adora xadrez e uma boa partida de tênis.

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