Tudo começou com um blog em torno da personagem Paula, que apesar de fictícia parecia muito real. Percebendo o potencial da ideia, o jovem Marlon Peter dividiu então um novo projeto, desta vez para a internet, com os amigos Vitor Medeiros e Any Lauviah: a websérie ‘Paula Croquete’. Já no dia seguinte, eles deram início à fase de pré-produção da comédia que estreia no próximo dia 03, através do site oficial da websérie.
Da teoria de André Bazin.
Bazin fazia constantemente esta pergunta, porém sem jamais desejar ou pretender chegar a uma conclusão definitiva. O cinema é o que tem sido e o que pode se tornar. Ou seja, é a história de uma evolução, um processo sempre em crescimento, se transformando, se revelando…
Essa atitude explica a orientação histórica das teorias de André. Para entender o cinema, é essencial levar em conta suas origens e observar as direções de seu crescimento em um ambiente mutacional. Ou seja, o cinema não é somente um produto de dois pais, e sim, de duas correntes genéticas. De um lado está o realismo e de outro o institucionalismo. (O realismo vem da pintura que, desde o Renascimento, desejou duplicar o mundo concreto a qual o próprio teórico mostrara em seu meticuloso ensaio “Ontologia da Imagem”. Já a literatura, recebeu um ímpeto em direção ao realismo.)
Qual a importância dos teóricos perante ao cinema? O que um teórico estuda exatamente? Qual a sua contribuição? Quais são os pensamentos/visões que o mesmo pode proporcionar aos realizadores e espectadores?

Os teóricos de cinema verificam proposições práticas e teóricas sobre o cinema. Na questão prática, a teoria do cinema responde as questões feitas por aqueles “engajados na feitura de filmes”. Já na questão teórica, a teoria do cinema mostra o que os cineastas compreendem de maneira intuitiva.
Seguindo a linha de raciocínio apresentada no tópico anterior sobre “O que é cinema?” e para um melhor entendimento sobre o assunto em questão, é importante ressaltarmos a concepção de que durante o período do cinema clássico, as próprias pessoas podiam ir ao cinema, pois qualquer filme em que os próprios pudessem ver, seria menos importante que o próprio restabelecimento do “ritual cultural e estético” do cinema.

Outro dia fui ao festival É Tudo Verdade assistir a uma sessão de curtas nacionais. Queria ter vistos todos os curtas nacionais do Festival, mas minha agenda não me permitiu. Tive que me contentar só com uma sessão. Nesta, assistir a quatro filmes: Barbeiros de Luiz Ferraz e Guilherme Aguilar, Barbara em Cena de Ellen Ferreira, Limbo de Cao Guimarães e Ser Tão Cinzento de Henrique Dantas.






Smurfet











