Tecnologia e Cinema

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Rede Cinemark traz com exclusividade para o Brasil a ópera Carmen em 3D

Postado por Rafael Cruz Em 22 de February de 2011

Rede investe em CONTEÚDOS ALTERNATIVOS E DISTRIBUI NO PAÍS ATRAÇÃO DA ROYAL OPERA HOUSE, DE LONDRES, COM LEGENDAS EM PORTUGUÊS

Carmen

 

Sempre pioneira e atenta às novidades do entretenimento, a Cinemark traz para as salas de cinema do Brasil a primeira ópera em terceira dimensão. Em março, 27 salas da Rede em 19 cidades do país exibirão Carmen, de Georges Bizet, em montagem da Royal Opera House, de Londres. A apresentação, previamente gravada e legendada, ganhará mais realidade com a tecnologia 3D, até então inédita na projeção de óperas no mundo. Com distribuição exclusiva da própria Cinemark, a Rede assume um novo papel na exibição de conteúdos alternativos no cinema, uma tendência mundial. “A liderança da Cinemark no mercado nacional contribuiu para conseguirmos a exclusividade da exibição de ‘Carmem em 3D’ no país”, afirma Marcelo Bertini, presidente da Rede Cinemark Brasil.

 

Carmen em 3DGravado em junho de 2010 na Royal Opera House, o espetáculo tem 3 horas de duração. Com a co-produção da líder mundial em tecnologia 3D para o cinema, a Real D – parceira da Rede no projeto -, câmeras fixas e móveis foram usadas na captação das imagens, possibilitando uma experiência de imersão completa para o público. Ao todo, quatro sessões de Carmen serão realizadas nos cinemas da Rede Cinemark. A primeira apresentação acontece no dia 12 de março. “Para muitas pessoas, esta é a única oportunidade para assistir a um espetáculo deste porte. A temporada 2010/11 do Metropolitan de Nova York, que estamos exibindo desde o ano passado, já conta com um público fiel”, comemora Bertini.

 

Sob direção de Francesca Zambello e condução do maestro Constantinos Carydis, a montagem traz nos papeis principais a mezzo-soprano Christine Rice (Carmen), o tenor Bryan Hymel (Don José), o barítono Aris Argiris (Escamillo) e a soprano Maija Kovalevska (Micaëla). A produção de palco de Zambello, aliada à filmagem de Julian Napier, resultou em um espetáculo vibrante. As cores de cenário e figurino, o elevado número de figurantes – com destaque para a emblemática cena da batalha – e a utilização de animais em cena, como um cavalo, ganham novas dimensões quando projetadas na grande tela em 3D.

 

A venda antecipada dos ingressos está disponível desde sexta-feira, dia 11 de fevereiro. Os valores variam entre R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia). O ingresso dá direito a um libreto que, assim como nas tradicionais óperas do mundo, traz informações sobre a trama, a montagem e o elenco. A programação completa pode ser conferida no site da Rede: www.cinemark.com.br.

 

Ópera Carmen 3D – Cinemark from Belém Com on Vimeo.

 

 

Exibições de Carmem 3D

12/03 – sábado às 19h

13/03 – domingo às 17h

15/03 – terça às 20h

20/03 – domingo às 17h

 

http://www.cinemark.com.br/acao/carmenem3d.html

 

A Rede Cinemark no Brasil
Precursora e especializada no conceito multiplex no país, a Rede Cinemark chegou ao Brasil em 1997 e já está inserida no Distrito Federal e em 13 estados: Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Rio Grande do Norte, São Paulo, Sergipe, Goiás, Santa Catarina, Espírito Santo, Bahia e Amazonas. Atualmente, conta com 433 salas divididas em 53 complexos. É da Rede Cinemark a primeira sala de cinema em 3D da América do Sul, no Shopping Eldorado, em São Paulo, que segue o padrão exigido pelos grandes estúdios americanos. Atualmente, a Rede conta com 87 salas com a tecnologia de projeção digital em 3D no país. Em 2010, a empresa recebeu mais de 38 milhões de espectadores para assistir aos filmes nacionais e estrangeiros.

História da Tecnologia no Cinema

Postado por Rafael Cruz Em 28 de September de 2010

Curso: Uma História da Tecnologia do Cinema

25, 26 e 27 de outubro – 19h às 22h

Professor: Rafael de Luna Freire


Aulas expositivas acompanhada da projeção de filmes raros e da exibição de objetos e artefatos que ilustram a história tecnológica do cinema. O curso mostrará que tendo surgido como uma invenção científica ou um espetáculo de magia, a técnica – e os chamados "efeitos especiais" – exerceram um papel fundamental, ainda que negligenciado, na trajetória da sétima arte dos primórdios aos nossos dias.

 

Tecnologia e Cinema


25 DE OUTUBRO – segunda – 19h às 22h – Aula 1

De onde veio o cinema: o Pré-cinema e a criação do cinematógrafo.

Convencionou-se dizer que o cinema surgiu em 1895, em Paris, com os irmãos Lumière, mas o que veio antes disso? O chamado "pré-cinema", com os diversos tipos de espetáculos populares, invenções tecnológicas e trabalhos científicos, será apresentado através de uma longa trajetória que culminou com a consolidação da filmagem e projeção de imagens fotográficas em movimento. Do teatro de sombras às projeções de lanternas mágicas, uma fascinante história precedeu o que nós hoje conhecemos como o cinema.

Observação: Durante a aula será realizada uma projeção de lanterna mágica!


26 DE OUTUBRO – terça – 19h às 22h – Aula 2

O som no cinema (silencioso e sonoro)

Antes do surgimento do "cinema sonoro" no final da década de 1920, várias experiências pioneiras já tinham sido tentadas para dotar os filmes de acompanhamento de vozes, músicas e ruídas. A aula apresentará algumas das mais engenhosas tentativas de unir o som às imagens, exibido filmes raros que mostram que o cinema silencioso nunca foi totalmente mudo. Discutiremos ainda os processos que levaram à consolidação do cinema falado (Vitaphone, da Warner, Movietone, da Fox) e as novidades que se seguiram nessa trajetória, como o cinema estereofônico, o sistema Dolby e, finalmente, o digital.


27 DE OUTUBRO – quarta – 19 às 22h – Aula 3

A cor no cinema

O cinema nunca foi totalmente preto e branco, pois desde os seus primórdios já existiam processos e meios de dotar de cores as imagens fotográficas projetadas nos cinematógrafos. Apresentando e discutindo os processos que foram utilizados durante o cinema silencioso, como os filmes pintados à mão, tintados e virados, como a cor foi inicialmente utilizada pelo cinema e sua significação estética. Abordaremos ainda a consolidação do Technicolor e do filme tri-capa (Eastmancolor) entre os anos 1930 e 1950 que ajudaram a associar o preto-e-branco ao passado do cinema, buscando investigar ainda o papel da cor na estética do cinema.

INVESTIMENTO P/ CURSO: 25, 26 e 27 de outubro – 19h às 22h

 

Taxa de inscrição: R$ 20,00


Inscrevendo-se no dia: R$ 70,00 cada dia ou R$ 200,00 os 3 dias.
(meia entrada para estudantes com carteirinha e maiores de 60 anos)

PROMOÇÃO:

Inscrevendo-se até 22/10(sexta): R$ 35,00 cada dia ou R$ 100,00 os 3 dias.

VAGAS LIMITADAS !!!
INSCRIÇÕES NO LOCAL OU ENVIE EMAIL PARA: tercariocarioca@gmail.com

 

LOCAL: ESPAÇO RIO CARIOCA

End.: Rua das Laranjeiras, 3

Acesso pela Rua Leite Leal, nº. 45 Laranjeiras.

Rio de Janeiro – RJ – tel.: 21-2225-7332

 

+INFORMAÇÕES

Blog: tercaculturalriocarioca.blogspot.com

www.espacoriocarioca.com.br

Até onde Sabemos, este é o Início

Postado por Henrique Kopke Em 21 de August de 2010
ate-onde-sabemos-este-e-o-inicio

Por Henrique Köpke

 www.kinodinamico.wordpress.com

O cinematógrafo foi inventado por Léon Bouly em 1895, que perdeu a patente para os Irmãos Lumière. Assim, os irmãos ficaram reconhecidos por serem os inventores do cinema, mas de certo não o inventaram. O cinematógrafo, é um dispositivo fotográfico que imprimia uma sequência de imagens em película fotossensível. Só fazer um google que essas informações se replicam. 

 

Deuses não disseram: Faça-se a luz

De fato, o cinematógrafo foi um marco na história do cinema. Fez o que o cinematoscópio de Thomas Edison não conseguiu. A projeção era o seu diferencial. Tal poder de exibição para grandes platéias foi o que consagrou este aparelho como um dispositivo altamente rentável. Mas não foi esse o início de tudo.

 

Vamos retirar desse assunto os dispositivos óticos, a arte, e a economia. O cinema dos Irmãos Lumière não apenas é uma evolução tecnológica, mas também consiste em um processo evolutivo de contar histórias. São as histórias que nos levam ao cinema e não as câmeras e os projetores. O homem é um ser comunicativo por essência, e sua vontade de contar histórias remontam nossos tempos mais arcaicos.

 

Nas cavernas de Altamira, na Espanha, muitas pinturas rupestres retratam animais. Tudo era feito com pigmentos, sangue, de forma bem rudimentar, ilustrando a vida que existia fora da escuridão da caverna. Procure por pinturas rupestres na internet e encontrará boas imagens que retratam o que acabei de escrever.

 

Mas quero apontar uma pintura especificamente. Veja essa imagem a seguir:

 

Pintura rupestre de um Javali

 

Incrível como há 30 mil anos, o homem conseguiu reprooduzir este animal, não concorda? Mas essa é uma imagem alterada com photoshop. A seguir a imagem verdadeira.

 

Javali de 8 patas pintado nas cavernas de Altamira, Espanha.

 

O que poderia representar essa pintura? Sei lá, vai que o sujeito realmente queria pintar um javali mutante, e a gente fica aqui viajando. Mais aceitável, é a conclusão de que essa pintura tenta retratar o movimento do animal. Utilizando o computador, somos capazes de criar uma animação bem rudimentar com este desenho. Se o autor dessa pintura quis demonstrar o movimento de seu javali, vamos dar uma forcinha clique na imagem abaixo (pode crer, não é vírus)

Tecnologia em Cinema Promete Encontrar uma Poltrona pra Você

Postado por Rafael Cruz Em 4 de June de 2010

Nesta semana eu convidei o Rafael Barros para nos explicar o que é o projeto "Tecnologia em Cinemas". Ele é o criador deste interessante projeto e vai nos explicar do que se trata.

 

Tecnologia e Cinema

 

O Funcionamento
Para cada assento existe uma lâmpada (verde) no teto somente como ponto de referência e não para iluminar o local. O teto é o melhor local para esse tipo de identificação porque é visível a todos em qualquer lugar que se observe e não há interferência de pessoas transitando na frente.

 

Entrando o espectador, ao invés de procurar assentos desocupados, o mesmo olha para o teto e identifica a distância o local para se acomodar sem perda de tempo e frustrações. Acomodado no assento, o sensor de entrada instalado para a poltrona enxerga a presença e contabilizam 10 segundos (tempo programável) de residência do mesmo, passado os segundos, a luz no teto se apagará de modo suave para não ser incomodo para os espectadores.

 

Caso o usuário se arrependa do local escolhido e deseja ir para outro lugar, ao se levantar do assento o sistema enxergará abandono do mesmo e iniciará uma contagem de 10 segundos, após este tempo a lâmpada irá acender favorecendo uma nova acomodação. Este sistema temporizado é muito importante para o bom funcionamento do sistema, pois impedem que as luzes do recinto trabalhem de forma intermitente somente quando o usuário se adapta ao assento.

 

Agora imagine na metade do entretenimento quando uma pessoa deseja fazer uma breve saída, ao retornar terá grande dificuldade em encontrar seu lugar novamente. Com o localizador de assentos no meio do entretenimento levantando o espectador, a mesma luz acenderá com cor diferenciada (vermelha) e no seu retorno não encontrará tal dificuldade.     

 

Rafael BarrosComo surgiu a idéia do Projeto?
Há 5 anos atrás, numa das sessões em uma sala de cinema, percebi em um instante de irritação o quanto era difícil encontrar lugares nesses tipos de ambientes ainda mais se estivessem lotados e analisando a estrutura interna do cinema, observei que esses lugares poderiam ter alguma sinalização para auxiliar a acomodação dos espectadores e comentei com minha namorada (hoje minha esposa) que se existisse uma fonte de luz no teto para sinalizar os assentos disponíveis do ambiente, ajudaria numa acomodação muito mais rápida e eficaz sem incomodar os demais espectadores.

 

Quem apóia o Projeto?
Ainda não há apoio financeiro de terceiros. O projeto é apoiado por pessoas físicas próximas a mim, minha esposa que sempre esteve ao meu lado me orientando e admoestando de forma sutil, alguns familiares e amigos que acreditam em meu trabalho acompanham de perto cada passo dado, a leitura da Bíblia é o meu apoio, a vontade de vencer me faz acumular energias para manter as pernas firmes frente aos obstáculos burocráticos e financeiros encontrados.

  
Planejamento para obtenção de Investidores/Patrocinadores?
A divulgação é a incógnita da questão, onde é necessário conhecer e saber aplicar os termos que multiplicam, os que somam, aqueles que subtraem e não esquecer dos que dividem totalizando uma igualdade com o X da questão.

 

A multiplicação dos contatos sempre me leva a algum lugar onde posso publicar e aperfeiçoar a dinâmica do projeto, somando os valores conquistados por meio de pesquisas, enquetes, imagens, vídeo para apresentar às entidades relacionadas ao projeto um plano de negócios atraente, sempre trabalhando com a preocupação de servir bem e persuadir de forma saudável o quanto essa idéia é viável para ser investida e aplicada.  


O que espera deste Projeto após a sua Implantação?

Espero que faça parte da atração do local implantado, assim como existe para cinemas imagens em 3D/4D, surround, poltronas largas reclináveis em várias posições, telas IMAX e outros que propiciam a comodidade do ambiente. O localizador de assentos fará um bom papel na acomodação de quem esta chegando no local quanto para quem faz uma breve saída durante o entretenimento, sendo mais uma opção de conforto.

 

Em termos de valores, para toda ação há uma reação de igual intensidade, mesma direção e em sentido contrário (terceira lei de Newton). Para esta ação aplicada quero que o retorno seja suficientemente compensador para que eu possa crescer e desenvolver as idéias que estão na fila de espera (risos).  

 

Em quanto tempo você imagina que ele esteja disponível nos Cinemas?
Fica difícil prever quando ainda não existe a presença de uma empresa representando essa novidade porque a credibilidade e status que a mesma alcançou durante o curso de sua existência pesam muito quando se apresenta somente o projeto de forma individual.

Pela fé vejo este projeto em plena marcha em 2011, é claro, depois de bastante trabalho, dedicação e busca de negociações que agregam no desenvolvimento deste propósito.       

 

Assista ao Vídeo
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George Lucas usará câmeras DSLR nos seus próximos projetos.

Postado por Rafael Cruz Em 28 de December de 2009

George Lucas
 

Phillip Bloom é um cineasta do qual provavelmente você não ouviu falar. Uma pesquisa rápida mostra que esse cidadão, além de apaixonado por cinema, é um ativista empenhado em baratear os custos de filmagem para que mais gente possa expressar na tela o que carrega na cabeça. Sua última empreitada nesse sentido é usar câmeras DSLR (digital single-lens reflex), aquelas usadas por fotógrafos profissionais e que recentemente ganharam o poder de capturar filmes, para produzir cinema.

Sobre George Lucas, não precisamos explicar nada.

O diretor acabou de filmar seu último projeto. O filme se chama Red Tails e conta a história da primeira unidade de combate aéreo totalmente formada por negros durante a Segunda Guerra Mundial. Restam apenas algumas cenas finais, as quais Lucas considera filmar usando as tais DSLR. A tecnologia poderia ser usada inclusive na série de TV de Star Wars, prometida há algum tempo.

A seu pedido, o produtor Rick McCallum chamou Bloom para filmar algumas cenas no Rancho Skywalker, para ver como elas ficavam na tela grande. Bloom fala da experiência no seu blog.

“Até esse ponto, eu nunca tinha visto meu trabalho projetado por um equipamento muito bom. Esse era um grande teste para as câmeras. Rick e Mike (Blanchard, chefe de posprodução da Lucasfilm) filmaram algumas cenas e depois foram vê-las. Eles não ficaram muito satisfeitos e eu fiquei nervosíssimo, mas eu nunca tinha visto meu trabalho ficar tão bom na tela grande. Logo chegou Lucas e o lendário Ben Burtt (designer de sons). Meu coração acelerou. Eles viram…e adoraram!”

No post, Bloom ainda fala da experiência única de passar um tempo no rancho de George Lucas. Ele ficou hospedado na suíte Federico Fellini que nada mais é que o lugar onde Clint Eastwood fica sempre que vai para o rancho. Além disso, caras como Quentin Tarantino apareciam por ali de tempos em tempos.

“Quentin apareceu para fazer uma sessão de Bastardos Inglórios e George Lucas disse para ele: ‘vem ver isso aqui’. Quentin ficou espantadíssimo em saber que o filme tinha sido feito em uma DSLR. Ele não tinha ideia que dava para fazer filmes com elas, ou que os filmes ficavam tão bons (…) eu ouvi vários palavrões de surpresa”.

Bloom finaliza, “as cenas que eles estão pensando em filmar com o equipamento em Red Tails são cenas de cockpit, e cenas de vôo, que vão ser facilitadas pelo tamanho compacto do equipamento. Além disso, eles estão também procurando novas formas para filmar a tal série para TV de Star Wars…tem isso também”.

Fonte: Movie

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Rafael Cruz vive em Maricá-RJ, é cineasta, investidor, profissional de marketing, escritor, torce pro Fluminense, adora xadrez e uma boa partida de tênis.

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