Tecnologia e Cinema

Unindo Ciência e Arte

Arquivos do mês de May de 2010

Concurso Cultural estimula Criação de Clipes

Postado por Rafael Cruz Em 29 de May de 2010

Dance com Fini

"Uma grande oportunidade para amadores e experientes produtores de filmes."

 

A Fini Guloseimas, presente em mais de 180 Países, lançou esta semana o concurso cultural Dance com Fini, que premiará os participantes com viagens à Disney, celulares e videogames. Uma grande oportunidade para amadores e experientes produtores de filmes.

 

A participação no concurso é simples e divertida: basta criar um vídeo musical com o tema da Fini, cadastrar no YouTube e enviar o código “embed” para o site da campanha www.dancecomfini.com.br. Não deixem de conferir o regulamento e lembrem-se, não existe limite para a criatividade.

 

A Fini premiará os dois primeiros colocados com uma viagem à Disney e direito a dois acompanhantes — viagem patrocinada pela Nascimento Turismo, agência especializada nos Parques de Orlando. Os vencedores do 3° ao 8° lugar escolherão ainda seus prêmios, que podem ser um celular Iphone ou um videogame Nintendo Wii, e quem conquistar do 9° ao 20° lugar receberá um kit das guloseimas mais queridas do Brasil.

 

A Fini está divulgando o concurso nas Redes Sociais Orkut e Facebook, e atualiza diariamente o Twitter oficial www.twitter.com/dancecomfini.

 

Você tem até o dia 15 de julho para enviar o seu vídeo.

Alice de Tim Burton

Postado por Rafael Cruz Em 25 de May de 2010

Alice Tim Burton

 

Ontem fui assistir a Alice, de Tim Burton. Confesso que fui graças a insistência da amiga Laura Marques, pois já havia desistido de ir aos cinemas após ler comentários sobre a obra deste fantástico diretor. E a insistência da Laura merece a minha gratidão, pois adorei o filme!

 

Como não podia ser diferente, Alice mostra um mundo fantástico, com personagens afetados e visual de tirar o fôlego. Coisas que só podem sair da cabecinha de Burton…

 

A releitura do clássico “Alice no país das maravilhas” não trás grandes surpresas na trama. O diferencial fica por conta da fotografia única de Burton, o figurino e cenários expressionistas (nem tanto como em outras obras do diretor), a surpreendentemente sensacional (pelo menos pra mim) atuação de Johnny Depp, a mise-en scene que muito me agradou e ficou perfeita para um filme fantasioso infantil e a sempre caprichada trilha sonora do mestre Danny Elfman.

 

Após me deleitar com este maravilhoso filme, eis que o Tim Burton resolve dar uma de Chapeleiro maluco-afetado e coloca pra embalar nos bonitos créditos, nada mais nada menos que… Avril Lavigne. Hah? Sim, a própria. Depois de ouvir por quase duas horas a qualidade etérea de Danny Elfman, eis que surge, repentinamente no fundo dos créditos, uma música desta cantora, acabando com toda a aura do filme. Não entro no mérito da qualidade musical da Avril, mas sim na disfunção sonora que foi sair de um magistral Elfman, que combina perfeitamente com toda a ambiência do filme e ir para o rock de Lavigne.

 

Pô, Burton, rock em clássico de literatura infantil?

 

E bem que a Laura avisou pra que eu fugisse desesperadamente do cinema antes de subirem os créditos…

O Poder de uma Idéia

Postado por Leonardo Ferreira Em 24 de May de 2010

marvel

 

 

No artigo anterior citei que a antropologia explica esse fascínio que nós temos por contar e ouvir estórias, faço uma pequena analogia aquela propaganda de cartão de crédito: quando vamos ao cinema uma pipoca com um refrigerante custa uns R$ 10,00, o custo de produção de uma animação para cinema fica em alguns milhões de dólares, investimento este que é recuperado depois na bilheteria com valores muito superiores ao custo de produção, mas se envolver e se emocionar assistindo a animação  “O Rei Leão” no cinema não tem preço, guardamos a experiência na memória para sempre.

E isso, ouvir estórias nos torna mais humano, através delas aprendemos, nos emocionamos ou apenas nos divertimos.

Vendo o programa Café Filosófico da Tv Cultura, observo os filósofos, psicólogos, etc. dizerem que hoje não consumimos produtos por necessidade exclusivamente, mas por seu valor agregado, compramos o sentimento que esses produtos nos prometem, tudo bem, uma hora a ficha cai e percebemos que o ato de consumir produtos não substitui experiências de vida, mas muitas vezes até consumimos produto só para poder ouvir, ler ou ver idéias e estórias seja através de TVs, videogames, IPods, computadores, etc.

Mas como essas idéias e sentimentos são atribuídos aos produtos? Isso é um trabalho para o pessoal da área de publicidade e do marketing, uma “ferramenta” que eles utilizam para atribuir valor a um produto é o licenciamento de produtos, que nada mais é que algum personagem querido associado á algum produto, um exemplo seria uma lancheira do Batman.

Não é á toa que produtos licenciados sejam mais caros que outros não licenciados, o que é mais caro uma mochila infantil ou a mesma mochila infantil com o Sherek estampado? Muitas vezes não é a qualidade do produto que vai definir seu preço pois ela acaba sendo igual, ou seja commodity.

Hoje dizem que tudo é commodity, lápis, notebooks, carros, etc. mas as idéias que geram histórias ao meu ver não são, por mais que apareçam personagens de estórias geréricas de vez enquando.

Qual o poder de uma idéia, de uma estória? Filmes nos fazem pensar sobre o que é ético, pensei sobre isso deposi de ver "O Advogado do diabo", animações nesse sentido funcionam também para adultos e principalmente crianças. Estórias criam culturas através do cinema, da televisão, dos quadrinhos, te fazem pensar, rir ou chorar, um poder e tanto não?

Mas quanto custa uma idéia?

A Walt Disney Company comprou a Marvel Entertainment, Inc. por 4 Bilhões de dólares a mais ou menos um ano atrás, dá pra se ter uma noção de quanto custa. O que foi que ela comprou? Só computadores e bons artistas? Ela comprou o que há de mais valor na Marvel que é o direito de poder contar estórias através de seus mais de 5 mil personagens, além de poder lucrar com isso, imaginem o quanto de retorno essa compra vai render através de produtos licenciados. Mais detalhes aqui: http://www.ambrosia.com.br/2009/08/31/mais-detalhes-sobre-a-negociacao-disney-marvel/

E as nossas idéias quanto vale aqui no Brasil? Será que ao menos estamos usando o poder de nossas estórias e idéias?

Coleção Indústria Cinematográfica e Audiovisual Brasileira

Postado por Rafael Cruz Em 23 de May de 2010

 industria cinematografica brasileira

 

O Instituto Iniciativa Cultural e a Escrituras Editora lançam a coleção “Indústria Cinematográfica e Audiovisual Brasileira”, composta por três livros que apresentam um panorama detalhado sobre o mercado, a economia e as políticas públicas voltadas para o setor. A coleção contou com a coordenação da pesquisadora Alessandra Meleiro e reúne artigos de gestores, profissionais do mercado e outros pesquisadores.

No volume I, “Cinema e Políticas de Estado: da Embrafilme a Ancine”, a autora Melina Marson traça uma linha na história do cinema brasileiro, mostrando os bastidores do fim do ciclo da estatal da Embrafilme, no início dos anos 1990, passando pela criação da Lei Rouanet e da Lei do Audiovisual, a euforia do período da Retomada até chegar ao momento da repolitização e a participação da televisão no cinema, em 2002, culminando com a criação da Agência Nacional do Cinema – ANCINE.

Em “Cinema e Economia Política” (vol. II), diversos autores analisam as especificidades econômicas da indústria. Em seu artigo, o diplomata Marco Farani destrincha a política externa de promoção do cinema nacional em festivais internacionais e também em eventos específicos para filmes brasileiros. Edna dos Santos-Duisenberg aponta os desafios da economia criativa, enquanto Alessandro Teixeira detalha o papel da Apex-Brasil nesse contexto.

Outros temas desse volume são os novos modelos de regulação para o cinema e a televisão, trabalhados por César Bolaño e Anna Carolina Manso; a economia das indústrias audiovisuais, por Valério Cruz Brittos e Andres Kalikoske; o desenvolvimento de blockbusters brasileiros, em artigo de Fábio Sá Earp e Rodrigo Guimarães e Souza; a ética e o direito no cinema, por Marcos Bitelli; e um estudo de caso de Isaura Botelho sobre as práticas audiovisuais em São Paulo. 

Por fim, “Cinema e Mercado”, a terceira obra da coleção, retrata em profundidade o tripé produção, distribuição e exibição. Arthur Autran escreve sobre o pensamento industrial brasileiro, João Paulo Rodrigues Matta faz um apanhado sobre a ineficácia da distribuição, enquanto Luiz Gonzaga de Luca traz números e especificidades do parque exibidor. 

Antonio Leal e Tetê Mattos falam sobre o crescimento dos festivais nacionais, Sabrina Nudeliman e Daniela Pfeiffer discutem as novas mídias para o cinema, João Carlos Massarolo e Marcus Vinícius Alvarenga seguem na linha dos novos arranjos da economia digital, e Randal Johnson mostra o desempenho dos filmes brasileiros nos Estados Unidos. 

Essa coleção é uma iniciativa pioneira no Brasil, resultante da Premiação do Programa de Ação Cultural (PAC) da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo, edição 2009, e divulga os vários setores da área audiovisual, propondo uma ampla abordagem com alto nível de conteúdos e aplicações experimentais que englobam gráficos, ilustrações e fotografias. 

Saiba mais sobre a coleção e os locais de lançamento já confirmados: http://www.cenacine.com.br/?p=4698

Os Games e o Cinema: Quem Influencia Quem?

Postado por Rafael Cruz Em 19 de May de 2010

 Cinema e Games

O Laboratório de Investigação Audiovisual (LIA) do Instituto de Arte e Comunicação Social da UFF, com o apoio do Midia Lab do Instituto de Computação e da Faculdade de Engenharia

 

convida para a palestra

Os games e o cinema: quem influencia quem?

 

Proferida pelo Prof. André Blanchard,

Diretor da Universidade Internacional de Multimídia (UIM)

e professor da Universidade do Quebec em Abitibi-Témiscamingue (UQAT), campus de Rouyn-Noranda

 

Dia 24 de maio,  2ª. feira, de 14:00 às 16:00 a sala 330 , Bloco D

Escola de Engenharia - UFF

Rua Passo da Pátria, 156, São Domingos – Niterói, RJ, 24210-240

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Rafael Cruz vive em Maricá-RJ, é cineasta, investidor, profissional de marketing, escritor, torce pro Fluminense, adora xadrez e uma boa partida de tênis.

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