Tecnologia e Cinema

Unindo Ciência e Arte

Arquivos do mês de November de 2009

Mostra Primeiro Corte – UFF

Postado por Rafael Cruz Em 29 de November de 2009

 

Mostra Primeiro Corte

[Animação] A Fish (2006)

Postado por Rafael Cruz Em 22 de November de 2009

Belíssima e singela animação russa. Mostrando que a técnica simples pode criar grandes e emocionantes filmes.

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Morre Herbert Richers

Postado por Rafael Cruz Em 20 de November de 2009

Hebert Richers

O produtor de cinema Herbert Richers, dono da empresa pioneira no ramo de dublagens no Brasil, morreu nesta sexta-feira (20), aos 86 anos, na Clínica São Vicente, Rio de Janeiro, depois de um ano de padecimento, com uma doença de rins.

Herbert Richers nasceu em Araraquara, interior de São Paulo, em 11 de março de 1923, mas passou grande parte da sua vida no Rio de Janeiro. Em 1950, ele fundou na cidade a distribuidora de filmes Herbert Richers S.A, que depois virou uma das pioneiras no ramo da dublagem no Brasil, conhecida pelo anúncio "versão brasileira, Herbert Richers".

A dublagem foi introduzida ao produtor em 1960 pelo amigo Walt Disney, como forma de resolver o problema das legendas, que eram quase ilegíveis para a tecnologia da época (televisão pequena, em preto e branco e sem definições).

A organização Herbert Richers foi fundada em 1956 para a exclusiva produção de cinejornais. Pouco tempo depois, ela começou modestamente a produzir e distribuir longas, como a comédia Sai de Baixo (1956). Nos anos 60, ela já produzia cerca de oito filmes por ano, a maior média de qualquer estúdio ou produtora da época.

Com o desenvolvimento da televisão, Herbert Richers organizou um departamento de dublagem de filmes, lançando nomes que, mais tarde, se tornariam famosos, como Costinha, Fred e Carequinha, Ankito, Zé Trindade, Grande Otelo e Ronald Golias.

A empresa de Herbert Richers também passou a lançar filmes nacionais. Os destaques são O Assalto ao Trem Pagador (1962), Vidas Secas (1963), Bonitinha, Mas Ordinária (1963), Selva Trágica (1963) e Asfalto Selvagem (1964).

Hoje, a produtora possui um dos maiores estúdios de dublagem da América Latina e é responsável por grande parte dos filmes exibidos em português no País.

Richers deixou três filhos, Herbert Jr., Ronaldo e Celina Maria, para quem transmitiu sua paixão pelo cinema, e todos trabalham na atividade. Já há um ano, desde o afastamento do pai por motivo de saúde, os três gerem os estúdios, que agora herdam.

Via Terra

Cinema e Pintura: A Grande Tentação do Cinema

Postado por Rafael Cruz Em 19 de November de 2009

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1 a 29

de

novembro de 2009

www.ims.com.br

“O cinema é uma arte impura. A pintura é uma das grandes tentações do cinema” – lembrou Jacques Rivette pouco depois de realizar A bela intrigante (La belle noiseuse, 1991) filme inspirado numa história de Balzac, “Le chef-d’oeuvre inconnu”, e voltado para a pintura.

 

Rivette aponta a pintura como uma das grandes tentações do cinema, “talvez porque saibamos todos que o cinema é o contrário da pintura. É uma arte, complexa, entre o romance, o teatro, a pintura, a música e a dança. E como estamos neste lugar indeterminado no meio das artes tradicionais, temos de quando em quando vontade de olhar numa ou noutra direção.” Ele explica que em A bela intrigante não procurou “fazer um filme que fale de pintura, mas que se aproxime dela, que dê um passo em direção à pintura. A pintura é mesmo uma das grandes tentações do cinema”. Talvez não exista mesmo nada tão essencialmente cinematográfico quanto se deixar cair em tentação.

 

A bela intrigante, Van Gogh, Goya, Sombras de Goya, Paixão, A barriga do arquiteto, Elogio ao amor, E la nave va – oito filmes em que o cinema se deixa cair em tentação, reunidos aqui numa mostra feita como um primeiro passo para o espectador se situar melhor neste lugar indeterminado que o cinema ocupa no meio das artes tradicionais.

 

Um dos destaque da mostra é a exibição da versão integral – 4 horas – de A bela intrigante (em DVD). Todos os demais títulos serão exibidos em cópias 35 mm.

 

 

PROGRAMAÇÃO

 

Sábado 21

16h00    Paixão (Passion), de Jean-Luc Godard (França/Suíça, 1982, 88 min, 16 anos)

18h30    A bela intrigante (La Belle noiseuse), de Jacques Rivette (França/Suíça, 1991, 240 min, 14 anos)

 

Domingo 22

16h00    A barriga do arquiteto (The Belly of an Architect), de Peter Greenaway (Reino Unido/Itália, 1987, 118 min, 16 anos)

18h30    A bela intrigante (La Belle noiseuse), de Jacques Rivette (França/Suíça, 1991, 240 min, 14 anos)

 

Terça 24

16h00    Goya (Goya en Burdeos), de Carlos Saura (Espanha/Itália, 1999, 106 min, 14 anos)

18h00    Sombras de Goya (Goya’s Ghosts), de Milos Forman (EUA/Espanha, 2006, 113 min, 14 anos)

20h00    A barriga do arquiteto (The Belly of an Architect), de Peter Greenaway (Reino Unido/Itália, 1987, 118 min, 16 anos)

 

Quarta 25

16h30    Goya (Goya en Burdeos), de Carlos Saura (Espanha/Itália, 1999, 106 min, 14 anos)

19h00    Van Gogh, de Maurice Pialat (França, 1991, 158 min, 14 anos)

 

Quinta 26

16h30    Sombras de Goya (Goya’s Ghosts), de Milos Forman (EUA/Espanha, 2006, 113 min, 14 anos)

 

Sexta 27

16h30    Paixão (Passion), de Jean-Luc Godard (França/Suíça, 1982, 88 min, 16 anos)

19h00    E la nave va, de Federico Fellini (Itália/França, 1983, 128 min, livre)

 

Sábado 28

14h00    Elogio ao amor (Éloge de l’amour), de Jean-Luc Godard (França/Suíça, 2001, 97 min, 12 anos)

16h30    Paixão (Passion), de Jean-Luc Godard (França/Suíça, 1982, 88 min, 16 anos)

19h00    E la nave va, de Federico Fellini (Itália/França, 1983, 128 min, livre)

 

Domingo 29

14h00    Sombras de Goya (Goya’s Ghosts), de Milos Forman (EUA/Espanha, 2006, 113 min, 14 anos)

16h30    Elogio ao amor (Éloge de l’amour), de Jean-Luc Godard (França/Suíça, 2001, 97 min, 12 anos)

19h00    E la nave va, de Federico Fellini (Itália/França, 1983, 128 min, livre)

 

SERVIÇO

Instituto Moreira Salles
Rua Marquês de São Vicente, 476, Gávea
CEP: 22451-040. Rio de Janeiro – RJ
Tel.: (21) 3284-7400; Fax: (21) 2239-5559
De terça a sexta, das 13h às 20h
Sábados, domingos e feriados, das 11h às 20h
www.ims.com.br
Ambiente WiFi

Chegou “Zé Fucim” o Cachorro Revolucionário

Postado por Rafael Cruz Em 10 de November de 2009

Zé Fucim

É sabido que a Disney criou o personagem Zé Carioca para tentar simbolizar a essência do brasileiro. Agora, um cachorro vira-lata e sua turma são os mais novos revolucionários para um mundo melhor.

O personagem Zé Fucim, (Forças Unidas Contra as Injustiças do Mundo) foi criado pelo escritor, palestrante e ator voluntário Bibiano Alex Alves, segundo o autor, o livro já está pronto e será agendado o dia do lançamento através da AML, Academia Manhuaçuense de Letras José Lins do Rego, na Fundação Manhuaçuense de Cultura em Manhuaçu MG. As ilustrações do livro são de Camila Sena Hott, uma ilustradora de Brasília.

Palavras do autor:

bibianoO livro Zé Fucim, escrevi com o objetivo de demonstrar para o público infantil/infanto-juvenil, utilizando como personagem, um cachorro vira-lata e sua turma, para através de suas aventuras, no desenvolvimento da história, alcançar e fortalecer o leitor, através do exemplo do Zé Fucim e sua Turma, a formação do cidadão, com conteúdo e desenvolvimento, fazendo uma analogia, e, um estímulo a familiarizar, de maneira divertida, com o princípio da dignidade do ser humano e os fundamentos/princípios dos Direitos Humanos e da Constituição Federal Brasileira.

Proponho através do personagem Zé Fucim e sua Turma, oferecer aos leitores as aventuras recheadas de informações relevantes, para explicitar um caminho para a conquista da cidadania, além da preocupação com o meio ambiente. Pois, o livro, de forma clara, divertida e criativa, consegue transmitir uma compreensão da realidade social e dos direitos e responsabilidades em relação à vida pessoal, coletiva e ambiental. Nessa perspectiva é que foram incorporados valores como conhecimento histórico regional e global, ética, pluralidade cultural, meio ambiente, sociedade organizada, tudo através da participação coletiva, a começar pelo auto-conhecimento, balizado pelo tripé: Conhecimento, conscientização e atitude de cidadão.

O personagem principal, o Zé Fucim, é um humilde cachorro vira-lata. A expressão vira-lata significa cão de rua, sem raça determinada. Melhor, uma mistura de várias raças, ou todas, a ponto de ser impossível, eu disse, impossível saber qual raça. Então, um cachorro vira-lata, na verdade, tem todas as raças, porque carrega um pouco de cada raça em sua existência. Podemos dizer, em comparação, que é igual ao brasileiro. O brasileiro que é fruto de uma grande mistura de raças, ou melhor, de povos. O vira-lata Zé Fucim conjuntamente com sua turma, vários cachorros de variadas raças, vão compreender e defender em comum, a cidadania como participação social e política, assim como o exercício de direitos e deveres políticos, civis e sociais, adotando no desenrolar das aventuras narrada, com atitudes de solidariedade, cooperação e repúdio às injustiças, vão provocar uma verdadeira rebelião pacífica do bem.


Os motivos principais que me levou a propor este livro, além, claro, do nascimento e origem do Zé Fucim, foi, também, de mostrar através do exemplo dos personagem Zé Fucim e sua Turma, para o público infantil/infanto-juvenil, que está começando a posicionar-se para vida, que tal posicionamento seja de maneira crítica, responsável e construtiva nas diferentes situações sociais, utilizando o diálogo como forma de mediar conflitos e de tomar decisões coletivas. Além de conhecer as características fundamentais do Brasil nas dimensões sociais, materiais e cultutars como meio para construir progressivamente a noção de identidade nacional e pessoal e o sentimento de pertinência ao País; conhecer e valorizar a pluralidade do patrimonio sociocultural brasileiro, bem como aspectos socioculturais de outros povos e nações, posicionando-se contra qualquer discriminação baseada em diferenças culturais, de classe social, de crenças, de sexo, de etnia ou outras características individuais e sociais; perceber-se integrante, dependente e agente transformador do ambiente, identificando seus elementos e as interações entre eles, contribuindo ativamente para a melhoria do meio ambiente; desenvolver o conhecimento ajustado de si mesmo e o sentimento de confiança em suas capacidades afetivas, físicas, ética, de inter-relação pessoal e de inserção social, para agir com perseverança na busca de conhecimento e no exercício da cidadania; saber utilizar diferentes fontes de informações e recursos tecnológicos para adquirir e construir conhecimentos, principalmente o livro; conhecer e familiarizar com as leis principais que regem o País, a sociedade e, principalmente, cada individuo, com direitos e deveres; e por ultimo, questionar a realidade formulando-se problemas e tratando de resolvê-los, utilizando para isso o pesnsamento lógico, a criatividade, a intuição, a capacidade de análise crítica, bucando sempre o respeito ao meio, como um todo.

Portanto, O Zé Fucim é extraido do melhor fruto do Brasil: “O verdadeiro Brasileiro”, então sejamos Fucim (Forças Unidas Contra as Injutiças no Mundo) sejamos verdadeiro Zé Fucim!!!

Zé Fucim e sua turma apóiam a Marcha Mundial pela Paz e Pela Não Violência.

No vídeo veja reportagem com matéria completa e imagens de “Zé Fucim e sua turma” o cachorro revolucionário:

http://www.programamaoamiga.com.br/blog1/chegou-o-ze-fucim/#more-736

Reportagem: Teógenes Nazaré – TV Catuaí – Manhuaçu – MG

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Rafael Cruz vive em Maricá-RJ, é cineasta, investidor, profissional de marketing, escritor, torce pro Fluminense, adora xadrez e uma boa partida de tênis.

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