Nova estréia no CinemaTeC:
Como Melado Lambuza
Duração: 4 minutos
Direção: Heverton Lima
Produção: UFF
Ano: 2008
Sinopse: Filme experimental pornô baseado no ditado popular "quem nunca comeu melado quando come se lambuza".
A partir de amanhã até o dia 19 de abril.

Rafael Cruz vive em Maricá-RJ, é cineasta pela UFF, doutorando em administração pela UTAD (Portugal), investidor, fundador da Nerd Rico, escritor, torce para o Fluminense, adora xadrez, uma boa partida de tênis, é fã de Einstein, Maurício de Souza, Santos Dumont, Woody Allen e Bach.
Rafael Cruz
Tecnologia e Cinema por e-mail:
Não Gostei..
Acredito que o talento deve ser utilizado para coisas qua tenham como interesse malhorar as qualidades do ser humano e a sociedade.
Se você se identifica com o cinema marginal, e uma peça sem muita creatividade, confusa e sem uma mensagem de interesse.
Acredite em você e o seu talento, se quiser aparecer e ser vulgar, saia de bunda de fora. Se quizer mostrar o seu talento, trilhe o camino da inteligencia.
Jonas
Bom, erroneamente, o nu é visto – por muitas pessoas – como vulgar, exibicionista e “anti-artístico”, sendo que se torna extremamente elegante quando bem explorado. Em “Como Melado Lambuza” percebe-se a utilização dos mosaicos, instigando a criatividade através de atos sexuais, exploração do nu e, sobretudo, observação das formas anatômicas do corpo o que, sem dúvida, É ARTE. Inevitavelmente e infelizmente, poucos possuem olhar para tal, mas a divergência de idéia é sempre muito bem vinda. PARABÉNS!!!
Caro Jonas,
não sei o que vocês esperava de um filme pornô experimental. Alguém defendendo a Amazonia? Policiais prendendo bandidos? Se você não gosta de filmes pornôs ou acha que nudismo estilizado é arte vulgar, então não sei porque você assistiu ao filme. Só pra desprestigiar o trabalho do Heverton?
Temos que ter bom senso, meu amigo.
Papo de aranha…
Cine marginal vende camelô na rua. Teatro Marginal serve para juntar tribo na bocada.
Faculdade de cinema deve servir para aprimorar talentos. Aproveite a oportunidade e seja um bom cineasta.
Gostaria de saber quem inventou o “Pornô Exprimental”
Diretor e atriz de pornochanchada tem só na “boca do lixo”… Trilhe outro caminho. Mostre o filme a sua mãe e veja a reação dela, se sentir orgulho do filho, vai enfrente…..
Jonas
Caro Heverton.
Muito interessante o jogo de cena caleidoscópica e a trilha sonora também muito boa. Parece que nasceu um cineanta com muita criatividade e experimentalismo. Sexy, a pulsão do ser começa e é cortada pelo curto espaço-tempo. Parabéns
Pegar clipes de filmes feitos e dar uma passadinha no avid para criar efeitos ….naum da para aguentar.. e muita vontade de aparecer..
Marcelle
QUe povo mal humorado. Deixa rolar, galera…
Parabéns, Heverton!! Gostei do filme.
Abraçao,
Gabriel.
Olá Heverton
Meu caro colega, você já viu como a sua arte cria polemica?
Qualquer idéia, qualquer projeto se for bom o ruim, e válido, assim vai afinando a ponteria até chegar lá. Que bom que você esta por ai fazendo o seu caminho.
Se forma pronto, ganhe seu din din e me de emprego.
Seu colega
Sérgio
Gente o filme é experimental e como diz Hélio Ribeirão, não cabe crítica, eu achei que essa profusão de imagens uma loucura, algo insano,me deixou fissurado na loucura do diretor, um tango(acho) como trilha sonora, inebria o espectador na ânsia de decifrar as imagens, ao mesmo tempo que ele “esquece” a genitália e viaja pura e simplesmente no conjunto da obra… mas ele percebe isso somente no final, daí vem decepção pq alguém queria desejar o desejo do outro(Nietzsche) ou a diversão, ao perceber que passou pela pornografia sem se deixar prender no desejo, pensou eu humildemente.
Meu deus do ceu.. que qui isssssso…o que tem a ver Nietzche nessa colagem de porno de rua. isso e viajar na maioneeesssse.
Isso é arte, pois o objetivo da arte é promover o debate a discussão e até mesmo viajar na maionese, mais uma vez Nietzche: “Blas dich nicht auf: sonst bringet dich Zum Platzen schon ein kleiner Stich – Não se encha de ar: senão basta uma alfinetada para o estourar” o experimentalismo provoca tudo isso, mas devemos ser sábios com as palavras sobre o que experimentamos, pois o sabor pode despertar muitos sentimentos, mas o ranço das palavras denota a indigestão provocada, os transformadores experimentam e apenas soluçam quando não lhe cai bem.
Achei muito criativa a idéia, críticas vão surgir, mesmo porque a sociedade não esta acostumada com um Tema tão polêmico (sexo).
A montagem do filme é ótima e chama a atenção do espectador.
Parabéns Heverton, pelo pouco que presenciei, foi demonstrado por sua parte grande habilidades cinematográficas.
Abraço…
Gostei muito….
as imagens foram muito bem escolhidas, em momento algum me pareceu ofensivo. é sensual e tem ritmo…
adorei
Parabéns Tom!!
Ai, que decepção…! Achei que ia ser um filme pornô, e ainda por cima, experimental!
Bom, me amarro nessa nóia pornográfica caleidoscópica, acho que dá pra fazer muita coisa legal assim… A trilha sonora encaixou bem demais… E TEM UMA NARRATIVIDADE ‘=)
Bom, eu gostei do filme. Nem sou um amante do pornô, mas esse filme não me parece ser somente isso.
Parabéns!
O filme como experimento é muito bom, segue a linha traçada por Ludwig Von Papirus num ritmo videoclipado e frenético. Tal como o ato sexual, a edição é quase um coito e por pouco não mela o ritmo. O sexo cinematográfico existe desde o ‘primeiro cinema’, seja de modo explícito (pornográfico) ou simulado (erótico); e agora você atualizou bem o status sexual da nossa sociedade: um mosaico de gozos efêmeros (tal como Shortbus), mas que rendem alguns instantes de prazer. E às vezes nem lambuza tanto.
Sobre “A pornografia no cinema de arte”, indico a todos este meu artigo:
http://www.revistaetcetera.com.br/23/porno_cult/index.html
Abraços!
Eu acho uma obra prima do “cinema brasileiro independente de baixo orçamento universitário”… Experimental é isso, pra quem não sabe o sentido literal da palavra, é experimentar. E o filme faz isso. Transpõe metaforicamente, para a montagem, o ritmo sexual, indo do flerte e da sedução ao gozo.
A questão da temática sexual aqui não se trata, ao meu ver, de uma apologia a qualquer ponto de vista sugerido ou imaginado pelo espectador, mas sim de um passeio poético de imagens e um ótimo trabalho dicotômico sonoro. O som e a imagem se complementam, ou melhor, se suplementam, causando uma sensação extremamente “audiovisual” e sensorial, com o perdão do pleonasmo assumido.
O que está em jogo aqui, mais do que o sexo, pudores da sociedade e defesas de teses de realização, é simplesmente a arte e a poesia nela inserida.
Infelizmente, nem todos os olhos vêem ou sequer tentam analisar mais a fundo do que as imagens dizem a uma primeira visão, não querendo afirmar nenhum maniqueísmo, pelo contrário, QUE VIVA A LIBERDADE DE EXPRESSÃO E OPINIÕES DIVERSAS!
Mas, tenhamos bom senso e sensibilidade quando analisarmos um trabalho de um colega. No mínimo, procurem escrever um português entendível, se não quiserem dar margem a uma, maior ainda, descredibilidade textual. Não conheço palavras como “creatividade” ou “enfrente”. Fica um pouco feio.
Enfim… tenham (a quem servir) mais CRIATIVIDADE e sigam EM FRENTE em um pensamento mais sensato sobre as coisas.
Grande abraço a todos e PARABÉNS Heverton!!!!!
Fábio
“A maldade existe nos olhos de quem vê”. Se quiser ver arte, verá arte. Se quiser ver pornografia, verá pornografia. Simples assim. Experimental é isso, te dá o direito de… experimentar. O importante é que fez pensar, o resultado do pensamento é discutível.
Parabéns pela ousadia, espero que os comentários contrários não “engessem” sua criatividade.
Abs!
Marcelo Pereira
Parabéns Heverton! Parabéns pela escolha do seu polêmico experimental para nos representar na 7ª edição Parismental Gostei da sua observação Marcelo: “A maldade existe nos olhos de quem vê” se permite gostaria de acrescentar uma observação, tudo existe nos olhos de quem vê e nada existe nos olhos de quem vê, cada um vê o que vê, o importante é que cada um dos novos talentos brasileiros, não exitem em proporcionar ao povo ver.
Olá,
Tenho o prazer de anunciar que o meu curta-metragem, Como Melado Lambuza, foi selecionado para a 7ª edição do Mex – Parismental e será exibido , dentro de programação de 15 filmes experimentais, às 20h de 19 de junho, em Paris.
Programação do evento, com maiores detalhes:
http://mex-parismental.blogspot.com/
Obrigado a todos pelos comentários!
Abraços,
Heverton.
Punheteiro.
PARABENS… primo….. pena q tu perdeu 5 anos na area de economiaa neh… devia ter começado antess ja estaria estouranduu aiii …. no cinemaa ..hsuahsua..abrz e parabens novamentee …. e um comentario pra quem num gostou… deve ser pq qndo foi comer meladoo num se lambuzouuu..rsrsrsrs…
Um dos objetivos a atividade audiovisual é estimular os sentidos. As discussões que vêm disso podem ser muito proveitosas. Como Melado Lambusa teve sucesso em ambas as áreas. As opiniões divergem, mas é impossível não se render às imagens e música que o diretor utilizou para falar sobre pornografia e sexualidade. Os balés feitos na pós-produções da atividade mais fabulosa que existe entre duas (ou mais!) pessoas na face da Terra enche os olhos, e a edição esperta sincroniza ação e música de maneira excitante. O filme causa uma mistura de embaraço, sentimento de culpa, prazer pelo proibido, voyeurismo, prazer e liberdade, de maneira que ao mesmo tempo assusta e agrada que vê. Ao utilizar cenas de sexo de filmes com mais apuro técnico com trechos do pornográfico mais ordinário, o assunto é trazido por uma variedade de óticas e, após a montagem, temos uma excitante montanha-russa audiovisual. Por último, falem mal, mas falem. Quando o trabalho é feito com consciência e sensibilidade, o maldito se torna atraente. Parabéns ao diretor e que vanham mais trabalhos deste mesmo nível.