Polêmica com direito a acusação de dirigismo cultural, as possíveis mudanças na Lei Rouanet estão dividindo a classe artística. A reforma, proposta pelo Ministério da Cultura (MinC), significa a possibilidade de se criar contribuições para o setor cultural, nos moldes do que ocorre hoje com o audiovisual, que arrecada a Condecine.
A mudança inclui ainda redução do investimento em cultura via renúncia fiscal e aumento desse investimento por meio do Fundo Nacional de Cultura (FNC), em que é o MinC, e não os patrocinadores, que escolhe os projetos e quanto vai para cada um. O governo também passará a selecionar, no fomento via renúncia, qual parcela vai para cada projeto.
Fonte: O Globo, 09/01, matéria





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