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Arquivos do mês de November de 2008

Cinema UFF 40 anos – Tela Brasilis

Postado por Rafael Cruz Em 26 de November de 2008

A próxima sessão do Cineclube Tela Brasilis
orgulhosamente celebra o aniversário de 40 anos do Curso de Cinema da UFF. O
evento, que divide essa vontade com um sem-números de outras ocasiões deste
ano, tem pareceria com o II Encontro dos Alunos de Cinema e Audiovisual, que
acontece no campus do curso na UFF.

 

Tentamos fazer um amplo painel desta
produção universitária, buscando compor uma linha temporal, bem como investigar
a diversificação de suas formas e gêneros. Entre os títulos selecionados,
notam-se filmes que permanecem lendários mesmo após tantos anos, além de
cineastas de renome, tanto por tornarem-se professores da UFF, quanto por terem
realizado um longa-metragem. De quebra, a pré-estréia carioca do novíssimo
filme dirigido por Luís Alberto Rocha Melo (“Morris”) e Estevão
Garcia, selecionado pelo último Festival de Brasília, com Hernani Heffner
(conservador-chefe da Cinemateca do MAM-RJ), Severino Dadá (montador) e o
renomado ator José Marinho no elenco.

 

Assim, exibiremos:

 

- Impresso à bala (1985), de Ricardo
Favilla;

- Nictheroy em foco (1986/88), de
Nelson Santana, Gustavo Cascon, Luís Guimarães de Castro, Marcelo Santos Lima,
Paulo André Lima, Renato Schwartz;

- Gostosa (1990/91), de Alexandre
Plosk, Márcia Nascimento, Pablo T. Lacal, Cléber Rezende;

- Uma casa muito engraçada (1996),
de Toshie Nishio;

- Oi Laura oi Luis (1998), de Márcio
Melges;

- Gosto que me enrosco (2001), de
Bruno Safadi;

- Que cavação é essa? (2008), de
Luís Alberto Rocha Melo e Estevão Garcia

 

O habitual debate após a sessão contará com
a presença de Ines Aisengart (aluna, produtora e curadora de mostras de filmes da
UFF), Luís Alberto Rocha Melo (realizador, doutorando e atualmente professor do
curso), Fernando Morais (ex-aluno e recentemente contratado como professor) e
Antônio Serra (veterano professor da UFF).

 

A sessão será na Cinemateca do MAM-RJ, dia
27/11, quinta-feira, às 18h30.

 

—————————————————————————————————-

 

Cinemateca do MAM
Av.
Infante Dom Henrique 85

Parque do Flamengo

20021-140 Rio de
Janeiro RJ

Entrada franca

Vicky Cristina Barcelona

Postado por Denise Duarte Em 20 de November de 2008

Vicky Cristina

O mais recente filme de Woody Allen estreou no Rio semana passada, trazendo um frescor que lembra o estilo dos primeiros filmes de Pedro Amodóvar, tanto no uso da cor quanto na mise en scène.

Vicky Cristina Barcelona, ambientado na bela cidade catalã, aborda as relações amorosas entre um poeta local, interpretado pelo talentoso ator Javier Bardem (de Mar Adentro), e duas amigas norte-americanas em férias na Espanha, vividas pela atual musa do diretor, Scarlett Johansson (Cristina), e Rebecca Hall (Vicky). Servindo de contraponto para a marcante presença cênica de Bardem, surge Penélope Cruz, a ex e eterna mulher do protagonista, em papel em nada diferente dos que interpretou em filmes almodovarianos.

Nessa simpática e leve comédia, Woody Allen mais uma vez filma na Europa, tendência que havia anunciado em Dirigindo no Escuro e que assumiu desde Match Point.

Se, por um lado, Vicky Cristina Barcelona parece um tanto distante dos melhores momentos da obra do diretor elaborada nos anos 70/80, da densidade dramática de personagens em busca de si mesmos em uma Manhattan que os desorienta tal qual a seu criador, o próprio Allen, por outro o filme traz em si uma leveza e um descompromisso agradável tanto aos olhos quanto ao espírito. Um cinema, sob esses aspectos, em acordo com suas origens primeiras, ou seja, gestado para simplesmente divertir. Em tratando-se de Woody Allen, diversão que une sutileza e inteligência.
 

Pindorama

(Rio de Janeiro, 19 de novembro de 2008) Nesta sexta-feira, 21/11, entra em cartaz em oito cidades brasileiras (São Paulo, Rio de Janeiro, Recife, Natal, Campinas, Taubaté, Jundiaí e Belém) o documentário “Pindorama – a verdadeira história dos sete anões”, de Roberto Berliner (“A pessoa é para o que nasce”), Lula Queiroga e Leo Crivellare. Vencedor do prêmio do júri popular de melhor documentário na Mostra Internacional de Cinema de SP, em 2007, o filme mostra a rotina de sete irmãos anões que percorrem o sertão nordestino com o Circo Pindorama, uma herança deixada pelo pai, o Pindoba, conhecido como o “menor e mais engraçado” palhaço do mundo.

Curtas da UFF na Casa da Gávea

Postado por Rafael Cruz Em 19 de November de 2008

A Casa da Gávea, centro cultural dirigido pelo ator Paulo Betti, vai
exibir curtas produzidos por alunos do Curso de Cinema da UFF
(indicados pelo prof Moreno) no próximo dia 16 de dezembro.

Este
evento se insere no programa de comemoração dos 40 anos do Curso de
Cinema e Audiovisual da UFF. É possível que o Nelson Pereira dos Santos
também esteja lá. Assim, poderemos comemorar também (mais uma vez) seus
80.
 
Os curtas que serão exibidos são:

1)      Como Comer Um Elefante, 2008, Jansen Raveira, 5’45”, (Animação digital)

2)      Dez Elefantes, 2008, Eva Randolph,  15 min, (original em 35 mm)

3)      O brilho dos meus olhos, 2006, Allan Ribeiro, 11 min – Original em 35mm

4)   Cotidiano, 2008, Renato Jevoux, 14 min – (Ficção digital). 
 
Recentemente,
a Casa da Gávea adquiriu equipamentos que transformaram a Sala
Chiquinho Brandão, tradicional na exibição de peças de teatro, em uma
bela sala de cinema.

Todas as terças-feiras, a Casa oferece uma
programação de qualidade, sempre que possível, convidando o diretor do
filme para debates após as sessões.

 
Dia 16/12.
A Casa da Gávea fica na Praça Santos Dumont, 116 sobrado – na Gávea.

A exibição dos curtas começará às 20 horas.

O Som no Cinema Brasileiro – Lançamento de Livro

Postado por Rafael Cruz Em 19 de November de 2008

Os estudos sobre cinema tendem a privilegiar a imagem sobre a sonoridade. "O som no cinema brasileiro" contesta o senso comum e assegura a importância do som na filmografia verde-amarela. Fernando Morais da Costa conduz o leitor por um passeio que vai desde os primórdios do cinema brasileiro até os dias atuais. O livro registra as diversas fases que marcaram nossa cinematografia, com ênfase nos aspectos técnicos e estéticos estabelecidos a partir dos elementos sonoros presentes nos filmes.

Sobre o autor
Fernando Morais da Costa nasceu em Três Rios, RJ, em 1975. É professor adjunto do Departamento de Cinema e Vídeo da Universidade Federal Fluminense. É mestre e doutor em Comunicação pela mesma instituição. Suas pesquisas sobre som no cinema vêm sendo divulgadas regularmente em congressos, em artigos, ou na forma de curadoria de eventos relativos ao tema.

O som no cinema brasileiro

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Rafael Cruz vive em Maricá-RJ, é cineasta, investidor, profissional de marketing, escritor, torce pro Fluminense, adora xadrez e uma boa partida de tênis.

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