Um padre que escolheu o celibato para expiar a culpa por suas ações do passado é obrigado a adotar uma menina de cinco anos, filha de sua irmã, uma celebridade pornô que morreu. É esse cenário “sui generis” que dispara a trama de “Princess”, uma das animações mais impactantes dos últimos tempos e um dos melhores filmes do 16º Anima Mundi.
Dirigido pelo dinamarquês Anders Morgenthaler, 35, o filme esteve na Quinzena dos Realizadores de Cannes 2006 e participa da competição de longas do festival brasileiro.
Fonte: Folha Online, 22/07, matéria





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