As atuais teorias de cinema são visíveis internacionalmente não apenas na França e Inglaterra, mas também na Itália, Espanha, Alemanha e na maioria dos países da Europa Ocidental. Na França, especificamente, é que podemos afirmar e até mesmo denominar como o berço das atuais tendências teóricas. Ou seja, as verdadeiras razões que residiram em Bazin e seus bem-sucedidos esforços, incorporam uma importante discussão sobre o cinema ao diálogo cultural considerado previamente hostil. Através dos cineclubes, da Cinemateca Francesa e da crítica série de publicações influentes e do nascimento da Cahiers du Cinéma, a população francesa do pós-guerra foi “bombardeada” de constantes teorias do cinema.
O filme estreou há mais de uma semana aqui no Brasil, mas só agora tive a chance de ver. Trata-se de uma versão da série de mesmo nome, exibida na década de 80, que elevou o então jovem Johnny Depp ao estrelato. O ator inclusive faz uma participação não creditada no filme, provavelmente para não estragar a surpresa para os fãs da série ( se você é fã e não sabia, lamento, mas agora já saiu até na Wikipedia).
Foi assim. Quase cheguei atrasado à sessão do filme no Odeon. Sentei confortavelmente em uma das poltronas nada confortáveis desse cinema e esperei empolgado os trailers acabarem. Do meu lado, duas senhoras já passadas dos sessenta anos de idade. Eu, com meu preconceito juvenil, apelido essas senhoras de as “velhinhas de Copacabana”. Aquelas que escolhem o que filme vão assistir guiadas pela opinião do, sempre polêmico, bonequinho do Globo. Parte desse meu preconceito diz que se uma velhinha de Copacabana gostou do filme, é porque ele não é bom.
Hoje eu falaria sobre Paraísos Artificiais, mas como o filme só estréia no dia 4 de maio, deixarei esta crítica para a próxima semana. Bem, não é verdade, a verdade é que eu vi Os Vingadores e me empolguei. Então, sem muita enrolação, logo respondo a questão acima. Sim, Os Vingadores é o melhor filme da Marvel.










Smurfet











